quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Peça de um puzzle


Pegar na caneta e deixar a mão fluir e a tinta confundir-se com o papel deixou de ser uma tarefa fácil.
Falar é agora o meu escape.
Encontrei aquele ponto de equilíbrio entre a loucura e a sanidade mental.
Entre o barulho e o silêncio.
Entre a multidão e a solidão.
Entre mim e o infinito.
Encontrei um ponto que faltava em mim.
Um equilíbrio entre a calma e a fúria.
Entre a gargalhada e o carinho de um abraço.

Pergunta do momento é então: onde encaixar esta nova peça no puzzle que já se vem a montar a algum tempo?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Hoje compreendi


We're one, but we're not the same!

We get to carry each other.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Só queria amar-te até não poder mais


Sinto a tua falta a cada minuto que passa e meus olhos não encontram os teus, minhas mãos não tocam as tuas, meus braços não alcançam teu corpo e a minha mente vagueia sozinha à tua procura.


Estás em mim, sinto-te, mas só isso não chega.


Preciso de ti comigo, do meu lado.

Preciso de sentir o calor do teu corpo, a intensidade do teu beijo, o conforto do teu abraço.


Amo-te assim... se fim nem começo. Sem hora nem local. Sem dia e sem noite. Amo-te simplesmente.

Porque Amar-te é assim... simples.


O difícil é querer-te sempre e a hora fugir, o local desaparecer, o dia escurecer rapidamente, a noite clarear cedo de mais e tudo ter um inicio e um fim já destinado.


Só queria Amar-te até não poder mais, até os relógios desaparecerem, os nossos dias serem infinitos e as noites prolongadas até a nossa vontade assim o desejar.


Agora... neste momento... só te queria aqui...

new session with pAnTuFa














As coisas não andam fáceis, e por vezes, é este pequeno ser que me faz rir.
Lindo, tolo, brincalhão, já com uma personalidade forte e vincada.
Amo-o.
Já não sei o que seria de mim sem este bebé.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

tu e o mar

(Fotografia e edição por ..:: dp ::..)


Apaixonei-me por ti.
Ninguém entende. Eu não entendo. Tu entendes?
Pediram-me um motivo, um apenas que fosse. Não encontrei.
Perguntaram-me se estava ciente da minha loucura.
Respondi: "Qual loucura? Apenas estou apaixonada!"
Serão precisos assim tantos motivos para me apaixonar?
Porque é que todos procuram a lógica, o motivo, a razão, a justificação?
Eu não a tenho! Apenas consigo identificar o que me move.
Conheço-te.
Olhei para ti e vi a tua alma.
Não há motivos para isto.
Teus olhos não conseguiram esconder teu interior.
Eu vi. E não consegui não me apaixonar.
Será que isto serve de motivo?
Para os simples mortais talvez não.
Provavelmente irão chamar-me de louca. Perguntarão pela tua conta bancária, pelo teu carro, pela tua família, pelo teu emprego, pelo teu status. Pelos "motivos" que me levariam a apaixonar-me por ti. Eu responderia "Não sei! Desconheço esses pormenores. Não me interessam. Apenas conheço a sua alma!"
Sei o que sinto. Sei o que és. Sei quem sou. Sei o que és para mim.
Será que posso chamar-te "meu mar"?
É que provocas em mim o mesmo que ele.
Admiração! Por seres tão belo. Belo pelo que consigo ver por fora, belo pelo que descobri quando vi teu interior. Por chegares tão longe. Por ires onde queres. Porque não consigo ver o teu fim. Porque és imenso. Porque me roubas as palavras quando te tento descrever.
Medo! De não chegar até ti. De não saber saber nadar em ti. Por seres bem maior do que eu. Por teres muito mais do que eu. Por saberes muito mais do que eu.
Calma! Como nos fins de tarde de verão. Apenas ouvir-te acalma minha alma.
Turbilhão! Quando até relâmpagos te caiem em cima não consigo deixar de te olhar e admirar a forma forte como lutas contra os desafios.
Despertas o mesmo que ele: vontade de tocar.
Tens presença como ele.
Sois ambos seres de grandiosidade infinita e mil segredos por desvendar.
Delicados. Simples. Límpidos. Transparentes.
Tu e o mar... o mar e tu.


... será que encontrei os meus motivos?

sábado, 25 de outubro de 2008

Sonho


Acreditas nos sonhos?
Eu sonhei contigo.
Será que se o contar ele não se vai realizar?
Ou será que ele apenas transmite a minha vontade?
Sim… no sonho evitei.
Evitei mas não resisti.
Fugi, mas vieste atrás.
Não deixaste que eu fosse contra a minha vontade.
Fizeste a primeira investida e eu subsisti.
Disse que tal seria tolice. Disse que não podíamos.
Tu sorriste.
Como poderia eu resistir ao sorriso mais luminoso que alguma vez meus olhos puderam vislumbrar.
Eu tentei. Virei costas. Tentei desaparecer no meio da multidão. Mas de nada adiantou.
Seguiste meus passos, foste ao meu encontro.
Fique tão feliz quando senti o teu abraço, apertado e meigo. Apanhaste-me desprevenida e senti o calor do teu peito invadir as minhas costas e o carinho dos teus braços ao redor do meu peito.
Viraste-me para ti e beijaste-me… ali mesmo… no meio de todas aquelas pessoas.
Não consegui esconder a felicidade, que tão rápido veio como sucumbiu.
Evitei que a lágrima se formasse. As palavras não saíram. O nó estava formado na garganta.
Ouvi o aviso que o comboio estava prestes a partir.
Fiz aquela expressão que bem conheces e disseste-me “Não, não tens de ir! Fica! Fica porque preciso do que só tu tens…”
O impulso (ou medo) fez-me partir.
Deixei que, o que pensava ser o mais correcto, se sobrepusesse à minha vontade.
Antes de partir, peguei na tua mão, apertei com toda a força que conseguia na esperança que através daquele gesto conseguisses sentir o quão forte é o que nos une. Foi apenas uma tentativa. Nunca conseguirás perceber.
Ainda assim, encostei a tua mão ao meu coração para que percebesses que é lá que moras.
E larguei-te.
Sem palavras, somente com gestos.
Entrei no comboio numa angústia tremenda e acordei finalmente com uma lágrima no canto do olho e o coração acelerado…
Este sonho foi real.

O teu tempo...

Dizes esse ser o teu tempo.
Eu perdi-me no meu.
Deixei de contar as horas de conversa, os minutos que passamos a rir, os segundos em que os meus olhos sentiam as lágrimas formarem-se.
Que tempo é esse?
Tempo que nos afasta.
Tempo que passa tão devagar e não chega nunca o tempo de te ver.
Que tempo é esse que só tende a afastar-nos?
Seria bonito escrever algo que significasse que nunca nos afastaríamos. Mas por vezes sinto que o tempo nos afasta.
Mas outras parece que o "nosso" tempo nos une e parece não ter fim. As horas passam como se não houvesse relógio.
O meu relógio está parado… não consigo dar-lhe corda.

domingo, 19 de outubro de 2008

Pantufa

Apresento-vos o novo membro da família Pinto.
Foi abandonado pela mamã, mas aqui a Dorinha adoptou esta fofura! Seu nome é Pantufa :D
Admito, sempre que saio de casa... parte-me o coração deixar o meu bebé :(




















segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Talento nacional

Ana Free - In my place




No Meu Lugar

Não fujas
Se tu sabes que tens o que é preciso
Não te afastes
Dorme agora
Sonha aqui
E esperemos que a noite facilite os teus medos
Haverá lágrimas vertidas novamente
Tempo para começare tempo para acabar
Querido e tu dizes que eu estarei triste
Mas isso depende
Vem reconhecer-me
Eu sei que tu conheces a minha cara
Não foste tu o único a dizer-me que estarias lá?
E cada vez que eu tento ir embora
Tu manténs-me no meu lugar
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada
E tu pensas na tua oportunidade
Porque a vida concedeu-te uma e é a tua última
Querido, não penses demasiado rápido
Não, não
Tu não podes ter a minha
Tudo o que eu faço é fazer-te voltar no tempo
Querido, haverão noites para dormir sozinho
É tempo de lutar, e tempo de crescer
Querido e tu dizes que eu estarei triste
Mas tu não sabes,tu não sabes
Vem reconhecer-me
Eu sei que tu conheces a minha cara
Não foste tu o único a dizer-me que estarias lá?
E cada vez que eu tento ir embora
Tu manténs-me no meu lugar
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Baby agora, vem reconhecer-me
Vem reconhecer-me
Eu sei que tu conheces a minha cara
Não foste tu o único a dizer-me que estarias lá?
E cada vez que eu tento ir embora
Tu manténs-me no meu lugar
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada
A coisa mais difícil que eu tinha a fazer era deixar-te ir
A coisa mais difícil que eu tinha a fazer era deixar-te ir
Baby, agora vem cá,
Agora, vem cá
Hey, vem cá
Yeah,
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Em Serralves... com a analógica




Anywhere

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Serralves, Agosto'08














































































quinta-feira, 11 de setembro de 2008


"Por vezes sinto uma tristeza enorme por tudo ter que ser assim.
Não precisarei de escrever destinatário pois minhas palavras percorrerão a ponte que nos une.
Como eu queria controlar o que me percorre e assim fazê-lo desaparecer. Desta forma levaria consigo as dúvidas e as perguntas.
Gostava que tudo tivesse acontecido de forma diferente, embora não esteja descontente com o que vivo, mas… há sempre um mas…
Não imaginas tu o quanto gostaria eu de poder receber o que tanto anseias dar-me, mas sei que possivelmente não passará de quimeras inalcançáveis contra as quais terei de lutar.
Luta que sei que irei perder, pois lutarei contra mim. Um dia, talvez um dia perca as forças para continuar a travar tal luta e me deixe levar pela vontade."

sábado, 23 de agosto de 2008

Mentes vazias e poluídas...


Ei mente poluída que pensas que sabes tudo!
Resumes a tua vida à insignificância do trabalho, da aparência e da falsidade das tuas palavras quando proferidas e direccionadas para outras pessoas. Fazes-te espelho da sociedade.
Julgas os actos dos outros com tanta severidade e não tens noção dos danos que os teus causam. Falas do que não vês, distorces o que observas e confundes a vida dos outros com a tua própria vida.
Ei mente vazia de bons valores que crias ideias pré-concebidas do que para ti não presta. Vazia de conhecimento, vazia de vontade de querer saber e cheia de falsidade e mesquinhice.
Que mundo é este que me rodeia de pessoas vazias?
Não peço que me falem das obras de da Vinci ou do último programa fantástico (ou não) que a Microsoft lançou!
Mas decididamente não gosto de ouvir falar (mal) de quem não conheço.
Acredito que nem todas as pessoas têm o dom de socializar, mas há tanta coisa sobre a qual se pode falar…
Lembra-te: experiências de vida ensinam mais que mil faculdades e universidades juntas.
A mim, ela ensina-me que são as pessoas que escolhem os seus caminhos… ou evoluem ou juntam-se à sociedade medíocre em que vivemos!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Simbologia =) ... perfect match


3-A Criação. A natureza tríplice de Deus (criação-conservação-destruição). Símbolo sexual masculino completo (pênis mais testículos). O sexo em função procriativa. O desenvolvimento ordenado e harmonioso do Universo. A síntese espiritual. A solução do dualismo. A fórmula da criação de cada um dos mundos. Os três ciclos de vida: nascimento, apogeu, morte. O conhecimento (Música, Geometria, Astronomia), segundo Pitágoras. A composição do homem (corpo, alma, espírito). As três esferas concêntricas do Universo: natural, humano e divino.


6- A união do espírito e da matéria, do yang ao yin. A união dos quatro elementos. A ambivalência e o equilíbrio. O Selo de Salomão - a tríade material e a tríade espiritual. Os seis dias da Criação. A satisfação depois do esforço. O fim do dinamismo. O hermafrodita, segundo a simbologia grega. A perfeição, a harmonia. O 6º sentido: a intuição, como síntese dos cinco sentidos físicos e a porta dos sentidos metafísicos).


8- O número da matéria. O Logos, o poder criativo do Universo. O equilíbrio dinâmico entre o masculino e o feminino. O portal através da qual uma vida entra no mundo. A existência depois da morte. O infinito. A regeneração. A passagem do que é contingente (encarnado) ao que tem validade eterna.





03-06-08

terça-feira, 22 de julho de 2008

Saudade


Aqui, sentada no pico do meu mundo, escrevo para ti.
De onde estou consigo ver a vida lá fora, o vento a soprar e a chuva a cair.
Hoje, rodeada de pessoas, algumas desconhecidas outras amigas, senti que faltava alguma coisa.
Deixei que tudo fluísse com naturalidade como é meu hábito e dei por mim a pensar em ti, mais uma vez.
A distância que nos separa, em termos físicos, não é significativa, mas sinto-te tão inalcançável que até corta a voz.
E penso na palavra saudade.
Saudade da tua voz quando sussurra ao meu ouvido ou quando dá uma gargalhada.
Saudade da tua mão quando aperta a minha ou apenas desliza pelo meu rosto.
Saudade do teu corpo encostado ao meu balançado ao ritmo da música ou num simples abraço.
Saudades de me ouvires a contar as novidades ou do silêncio que se faz sentir quando olhos fixamente nos teus olhos e viajo para outro lugar, longe de tudo e de todos.
Saudade… como definir?
Sentir falta.
Falta do quê?
De tudo!
Sinto a tua falta.
Sinto a falta do que és.
Sinto falta do que sou contigo.
Sinto falta do que me fazes sentir.
Sinto falta de te fazer sentir.
Sinto falta de ti.
Sinto falta de mim quando estou contigo.

sexta-feira, 27 de junho de 2008


Passas toda a tua vida a lamentar o que fizeste de errado e vais esperando pela próxima oportunidade. Aquela oportunidade em que vais fazer tudo certinho e direitnho e nada vai falhar e pensas que ai vais ser feliz para sempre.
Os anos vão passando e sem dares conta montes de oportunidades te irão bater a porta dizendo “Olha a felicidade aqui!”, mas só por não ser aquilo que idealizaste, elas vão passar e bater a porta de outra pessoa.
Vais pensar que fizeste a coisa mais acertada e até te sentes capaz de sorrir e pensar “Sou o maior!”, mas no final, olhas para trás e pensas “quantas oportunidades desperdiçadas em busca do que não existe!”
A pessoa ideal não existe. Não há felicidade que dure toda a vida. Não há relacionamentos que nunca acabem.
Mas há segundas oportunidades e até terceiras… e oportunidades infinitas. Só tens de ter o espírito aberto e nunca deixar que a tua felicidade dependa de uma pessoa, de uma coisa, de um relacionamento.
É certo que há pessoas que ajudam os nossos dias a serem bem melhores, mas a felicidade é gerada por nós, vem de nós.
A mim faz-me feliz o sorriso de uma criança, um abraço de um amigo, um olhar de alguém que me aquece o coração.
Entristece-me saber que o tempo foge e me leva quem eu gosto. Alegra-me saber que a vida não pára e sem eu dar conta pessoas maravilhosas passam a fazer parte dela.

AMIGOS


Quando era pequenina a minha família era tudo para mim. Ansiava pelos domingos para estar com os meus primos para brincarmos, pelo Natal e pela Páscoa para ver toda a família reunida, pelas férias para ir para a aldeia.
Os anos foram passando e com o decorrer normal do meu ciclo de vida fui conhecendo novas pessoas. O meu tempo passou a ser muito mais na escola do que em casa e na realidade a minha família começou a alterar-se.
Afinal a minha família não era assim tão unida como pensei, mas o lado positivo é que fui descobrindo novas formas de “constituir” família… os amigos! Estes são a família que me permitiram escolher. Na verdade, são eles que me acompanham para onde eu for, são eles que me levantam quando eu caio, são eles que se divertem comigo, são eles que me conhecem verdadeiramente, arrisco até a dizer que alguns me conhecem melhor do que eu mesma!
Comecei por partilhar brincadeiras, depois vieram as confidências e o crescimento intelectual e pessoal com os colegas de escola. Depois dei por mim a chamar-lhes amigos, em vez de colegas.
Continuei a estudar, fui mudando de escolas, os verdadeiros amigos, aquelas que não eram apenas colegas, ainda hoje mantenho contacto, conheço as suas famílias e até seus seus filhos… filhos… sim filhos. Tão rápido que passou tudo, consigo lembrar-me tão bem de brincar com eles e hoje o que vejo são os seus filhos a brincarem.
Hoje estou perto de terminar mais um grau académico. Foram 4 anos que passaram a alucinar. A vontade de chorar é muita, a vontade de ir a correr para a Vila é inigualável, sei que tudo estás prestes a terminar e que a saudade vai apertar.
O traje não mais o vou vestir, os exames esses vão terminar, as directas a estudar vão desaparecer, as viagens de metro vão acabar. Vão ficar as lembranças do meu dia de baptismo de caloira, a primeira serenata (à chuva como manda a tradição), o desespero de reprovar num exame, a alegria de fazer aqueles cadeirões difíceis, os jantares em casa do Baião que nunca se sabia como iam terminar, os festivais de tunas, as imposições de insígnias, as queimas das fitas, os cortejos, as fitas, a pasta, a minha bengala e a cartola… a missa de finalistas… o último exame…

Ontem foi um dia dificil...


Ontem foi de facto um dia bastante difícil. Foi o dia em que realizamos o nosso último exame.
Fui a primeira a sair da sala. Não me queria despedir de ninguém.
Está prestes a terminar a caminhada. É duro. Custa saber que nada mais se vai voltar a repetir. Que para o ano não vamos lá estar. Custou ler no messenger "nostalgia, até sempre!".

Por isso, aqui antecipo a primeira coisa que fiz no meu relatório, os Agradecimentos. Não são citados nomes em especial do pessoal da turma, porque todos têm um lugar especial, embora se destaque pessoas que partilharam muito mais do que a sala d'aula. Baião, o meu gajo. Carina, gaja de garra. Jony, sempre às turras comigo mas um gajo impecável. Coutinho, eu quero é curtir. Hugo, Putu para sempre. Estão todos cá dentro* Vos adoro*

"Este relatório é um dos marcos mais importantes de todo o meu trajecto académico, levando assim a algumas reflexões sobre o mesmo. Posso, após essas reflexões, conclui que todo este trajecto teria sido bem mais penoso sem a ajuda e o apoio incondicional de algumas pessoas, que por diversos motivos me acompanharam nesta jornada. Seria quase impossível citá-los a todos, mas certamente compreenderão e saberão a importância que têm na minha vida.
Agradeço, desta feita, ao CITEVE e a toda a equipa do Departamento de Formação, em especial ao tutor José Neto, por todo o incentivo e acompanhamento ao longo do estágio. A forma como fui integrada na equipa foi deveras importante para que todas as tarefas fossem desempenhadas com o máximo rigor e empenho de minha parte. Ao Pedro Teles pelo apoio e ajuda sempre que necessário bem como o bom humor que o caracteriza.
À orientadora Susana Martins que sempre se mostrou disponível para tirar dúvidas e prestar auxílio em qualquer circunstância, nem que para isso fosse necessário recorrer a orientações fora das instalações da ESEIG.
À Emília Cardoso, companheira não só de estágio, mas de uma longa vida académica que teve início no secundário e não se prevê o fim. A ela, um obrigada profundo por tudo aquilo que passamos juntas, por nunca me ter deixado desanimar, pela partilha de bons e maus momentos, por toda a amizade que nunca sucumbiu as adversidades.
Ao meu pai por nunca ter deixado de acreditar.
À minha mãe por todo o incentivo.
Ao amigo Júlio Anjos por toda a sabedoria transmitida, pela calma e paz de espírito. Pela amizade, pelos conselhos, pela partilha de uma vida.
À amiga Sónia Maia por ter dividido comigo mais do que um lugar na sala de aula. Tua amizade ganhou raízes profundas ao longo destes anos e tornaste-te um pilar que me sustenta a vários níveis.
À professora Fernanda Gonçalves por todo o profissionalismo que nos transmitiu, pela preocupação não só com o nosso presente, mas com o futuro também.
A todos os colegas de turma que lutaram comigo pelos nossos direitos, que partilharam alegrias, vésperas de exames e entregas de trabalhos, viagens, jantares e demais convívios que tornaram estes 4 anos inesquecíveis.
Ao Hélder Jesus por todo o encorajamento em ser melhor a cada dia que passa, pela amizade, pelo companheirismo e por tudo aquilo que partilhou comigo e me ensinou.
A todos os elementos do neCTDI (Núcleo de Estudantes de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação), do qual me orgulho de ser membro fundador. Foi das experiências mais gratificantes ao longo de todo o curso. A luta pelos nossos direitos. A luta pelo que acreditamos. O esforço. O empenho. O trabalho em equipa. O trabalho fora dos “muros” da ESEIG. Obrigada por tudo o que vivemos e aprendemos juntos.
A todos os AMIGOS que acreditaram e me ajudaram a ultrapassar barreiras.
A todos aqueles que me fazem sorrir… Obrigada! "