quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
"Por vezes sinto uma tristeza enorme por tudo ter que ser assim.
Não precisarei de escrever destinatário pois minhas palavras percorrerão a ponte que nos une.
Como eu queria controlar o que me percorre e assim fazê-lo desaparecer. Desta forma levaria consigo as dúvidas e as perguntas.
Gostava que tudo tivesse acontecido de forma diferente, embora não esteja descontente com o que vivo, mas… há sempre um mas…
Não imaginas tu o quanto gostaria eu de poder receber o que tanto anseias dar-me, mas sei que possivelmente não passará de quimeras inalcançáveis contra as quais terei de lutar.
Luta que sei que irei perder, pois lutarei contra mim. Um dia, talvez um dia perca as forças para continuar a travar tal luta e me deixe levar pela vontade."
Não precisarei de escrever destinatário pois minhas palavras percorrerão a ponte que nos une.
Como eu queria controlar o que me percorre e assim fazê-lo desaparecer. Desta forma levaria consigo as dúvidas e as perguntas.
Gostava que tudo tivesse acontecido de forma diferente, embora não esteja descontente com o que vivo, mas… há sempre um mas…
Não imaginas tu o quanto gostaria eu de poder receber o que tanto anseias dar-me, mas sei que possivelmente não passará de quimeras inalcançáveis contra as quais terei de lutar.
Luta que sei que irei perder, pois lutarei contra mim. Um dia, talvez um dia perca as forças para continuar a travar tal luta e me deixe levar pela vontade."
sábado, 23 de agosto de 2008
Mentes vazias e poluídas...
Ei mente poluída que pensas que sabes tudo!
Resumes a tua vida à insignificância do trabalho, da aparência e da falsidade das tuas palavras quando proferidas e direccionadas para outras pessoas. Fazes-te espelho da sociedade.
Julgas os actos dos outros com tanta severidade e não tens noção dos danos que os teus causam. Falas do que não vês, distorces o que observas e confundes a vida dos outros com a tua própria vida.
Ei mente vazia de bons valores que crias ideias pré-concebidas do que para ti não presta. Vazia de conhecimento, vazia de vontade de querer saber e cheia de falsidade e mesquinhice.
Que mundo é este que me rodeia de pessoas vazias?
Não peço que me falem das obras de da Vinci ou do último programa fantástico (ou não) que a Microsoft lançou!
Mas decididamente não gosto de ouvir falar (mal) de quem não conheço.
Acredito que nem todas as pessoas têm o dom de socializar, mas há tanta coisa sobre a qual se pode falar…
Lembra-te: experiências de vida ensinam mais que mil faculdades e universidades juntas.
A mim, ela ensina-me que são as pessoas que escolhem os seus caminhos… ou evoluem ou juntam-se à sociedade medíocre em que vivemos!
Resumes a tua vida à insignificância do trabalho, da aparência e da falsidade das tuas palavras quando proferidas e direccionadas para outras pessoas. Fazes-te espelho da sociedade.
Julgas os actos dos outros com tanta severidade e não tens noção dos danos que os teus causam. Falas do que não vês, distorces o que observas e confundes a vida dos outros com a tua própria vida.
Ei mente vazia de bons valores que crias ideias pré-concebidas do que para ti não presta. Vazia de conhecimento, vazia de vontade de querer saber e cheia de falsidade e mesquinhice.
Que mundo é este que me rodeia de pessoas vazias?
Não peço que me falem das obras de da Vinci ou do último programa fantástico (ou não) que a Microsoft lançou!
Mas decididamente não gosto de ouvir falar (mal) de quem não conheço.
Acredito que nem todas as pessoas têm o dom de socializar, mas há tanta coisa sobre a qual se pode falar…
Lembra-te: experiências de vida ensinam mais que mil faculdades e universidades juntas.
A mim, ela ensina-me que são as pessoas que escolhem os seus caminhos… ou evoluem ou juntam-se à sociedade medíocre em que vivemos!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Simbologia =) ... perfect match
3-A Criação. A natureza tríplice de Deus (criação-conservação-destruição). Símbolo sexual masculino completo (pênis mais testículos). O sexo em função procriativa. O desenvolvimento ordenado e harmonioso do Universo. A síntese espiritual. A solução do dualismo. A fórmula da criação de cada um dos mundos. Os três ciclos de vida: nascimento, apogeu, morte. O conhecimento (Música, Geometria, Astronomia), segundo Pitágoras. A composição do homem (corpo, alma, espírito). As três esferas concêntricas do Universo: natural, humano e divino.
6- A união do espírito e da matéria, do yang ao yin. A união dos quatro elementos. A ambivalência e o equilíbrio. O Selo de Salomão - a tríade material e a tríade espiritual. Os seis dias da Criação. A satisfação depois do esforço. O fim do dinamismo. O hermafrodita, segundo a simbologia grega. A perfeição, a harmonia. O 6º sentido: a intuição, como síntese dos cinco sentidos físicos e a porta dos sentidos metafísicos).
8- O número da matéria. O Logos, o poder criativo do Universo. O equilíbrio dinâmico entre o masculino e o feminino. O portal através da qual uma vida entra no mundo. A existência depois da morte. O infinito. A regeneração. A passagem do que é contingente (encarnado) ao que tem validade eterna.
03-06-08
terça-feira, 22 de julho de 2008
Saudade
Aqui, sentada no pico do meu mundo, escrevo para ti.
De onde estou consigo ver a vida lá fora, o vento a soprar e a chuva a cair.
Hoje, rodeada de pessoas, algumas desconhecidas outras amigas, senti que faltava alguma coisa.
Deixei que tudo fluísse com naturalidade como é meu hábito e dei por mim a pensar em ti, mais uma vez.
A distância que nos separa, em termos físicos, não é significativa, mas sinto-te tão inalcançável que até corta a voz.
E penso na palavra saudade.
Saudade da tua voz quando sussurra ao meu ouvido ou quando dá uma gargalhada.
Saudade da tua mão quando aperta a minha ou apenas desliza pelo meu rosto.
Saudade do teu corpo encostado ao meu balançado ao ritmo da música ou num simples abraço.
Saudades de me ouvires a contar as novidades ou do silêncio que se faz sentir quando olhos fixamente nos teus olhos e viajo para outro lugar, longe de tudo e de todos.
Saudade… como definir?
Sentir falta.
Falta do quê?
De tudo!
Sinto a tua falta.
Sinto a falta do que és.
Sinto falta do que sou contigo.
Sinto falta do que me fazes sentir.
Sinto falta de te fazer sentir.
Sinto falta de ti.
Sinto falta de mim quando estou contigo.
De onde estou consigo ver a vida lá fora, o vento a soprar e a chuva a cair.
Hoje, rodeada de pessoas, algumas desconhecidas outras amigas, senti que faltava alguma coisa.
Deixei que tudo fluísse com naturalidade como é meu hábito e dei por mim a pensar em ti, mais uma vez.
A distância que nos separa, em termos físicos, não é significativa, mas sinto-te tão inalcançável que até corta a voz.
E penso na palavra saudade.
Saudade da tua voz quando sussurra ao meu ouvido ou quando dá uma gargalhada.
Saudade da tua mão quando aperta a minha ou apenas desliza pelo meu rosto.
Saudade do teu corpo encostado ao meu balançado ao ritmo da música ou num simples abraço.
Saudades de me ouvires a contar as novidades ou do silêncio que se faz sentir quando olhos fixamente nos teus olhos e viajo para outro lugar, longe de tudo e de todos.
Saudade… como definir?
Sentir falta.
Falta do quê?
De tudo!
Sinto a tua falta.
Sinto a falta do que és.
Sinto falta do que sou contigo.
Sinto falta do que me fazes sentir.
Sinto falta de te fazer sentir.
Sinto falta de ti.
Sinto falta de mim quando estou contigo.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Passas toda a tua vida a lamentar o que fizeste de errado e vais esperando pela próxima oportunidade. Aquela oportunidade em que vais fazer tudo certinho e direitnho e nada vai falhar e pensas que ai vais ser feliz para sempre.
Os anos vão passando e sem dares conta montes de oportunidades te irão bater a porta dizendo “Olha a felicidade aqui!”, mas só por não ser aquilo que idealizaste, elas vão passar e bater a porta de outra pessoa.
Vais pensar que fizeste a coisa mais acertada e até te sentes capaz de sorrir e pensar “Sou o maior!”, mas no final, olhas para trás e pensas “quantas oportunidades desperdiçadas em busca do que não existe!”
A pessoa ideal não existe. Não há felicidade que dure toda a vida. Não há relacionamentos que nunca acabem.
Mas há segundas oportunidades e até terceiras… e oportunidades infinitas. Só tens de ter o espírito aberto e nunca deixar que a tua felicidade dependa de uma pessoa, de uma coisa, de um relacionamento.
É certo que há pessoas que ajudam os nossos dias a serem bem melhores, mas a felicidade é gerada por nós, vem de nós.
A mim faz-me feliz o sorriso de uma criança, um abraço de um amigo, um olhar de alguém que me aquece o coração.
Entristece-me saber que o tempo foge e me leva quem eu gosto. Alegra-me saber que a vida não pára e sem eu dar conta pessoas maravilhosas passam a fazer parte dela.
Os anos vão passando e sem dares conta montes de oportunidades te irão bater a porta dizendo “Olha a felicidade aqui!”, mas só por não ser aquilo que idealizaste, elas vão passar e bater a porta de outra pessoa.
Vais pensar que fizeste a coisa mais acertada e até te sentes capaz de sorrir e pensar “Sou o maior!”, mas no final, olhas para trás e pensas “quantas oportunidades desperdiçadas em busca do que não existe!”
A pessoa ideal não existe. Não há felicidade que dure toda a vida. Não há relacionamentos que nunca acabem.
Mas há segundas oportunidades e até terceiras… e oportunidades infinitas. Só tens de ter o espírito aberto e nunca deixar que a tua felicidade dependa de uma pessoa, de uma coisa, de um relacionamento.
É certo que há pessoas que ajudam os nossos dias a serem bem melhores, mas a felicidade é gerada por nós, vem de nós.
A mim faz-me feliz o sorriso de uma criança, um abraço de um amigo, um olhar de alguém que me aquece o coração.
Entristece-me saber que o tempo foge e me leva quem eu gosto. Alegra-me saber que a vida não pára e sem eu dar conta pessoas maravilhosas passam a fazer parte dela.
AMIGOS
Quando era pequenina a minha família era tudo para mim. Ansiava pelos domingos para estar com os meus primos para brincarmos, pelo Natal e pela Páscoa para ver toda a família reunida, pelas férias para ir para a aldeia.
Os anos foram passando e com o decorrer normal do meu ciclo de vida fui conhecendo novas pessoas. O meu tempo passou a ser muito mais na escola do que em casa e na realidade a minha família começou a alterar-se.
Afinal a minha família não era assim tão unida como pensei, mas o lado positivo é que fui descobrindo novas formas de “constituir” família… os amigos! Estes são a família que me permitiram escolher. Na verdade, são eles que me acompanham para onde eu for, são eles que me levantam quando eu caio, são eles que se divertem comigo, são eles que me conhecem verdadeiramente, arrisco até a dizer que alguns me conhecem melhor do que eu mesma!
Comecei por partilhar brincadeiras, depois vieram as confidências e o crescimento intelectual e pessoal com os colegas de escola. Depois dei por mim a chamar-lhes amigos, em vez de colegas.
Continuei a estudar, fui mudando de escolas, os verdadeiros amigos, aquelas que não eram apenas colegas, ainda hoje mantenho contacto, conheço as suas famílias e até seus seus filhos… filhos… sim filhos. Tão rápido que passou tudo, consigo lembrar-me tão bem de brincar com eles e hoje o que vejo são os seus filhos a brincarem.
Hoje estou perto de terminar mais um grau académico. Foram 4 anos que passaram a alucinar. A vontade de chorar é muita, a vontade de ir a correr para a Vila é inigualável, sei que tudo estás prestes a terminar e que a saudade vai apertar.
O traje não mais o vou vestir, os exames esses vão terminar, as directas a estudar vão desaparecer, as viagens de metro vão acabar. Vão ficar as lembranças do meu dia de baptismo de caloira, a primeira serenata (à chuva como manda a tradição), o desespero de reprovar num exame, a alegria de fazer aqueles cadeirões difíceis, os jantares em casa do Baião que nunca se sabia como iam terminar, os festivais de tunas, as imposições de insígnias, as queimas das fitas, os cortejos, as fitas, a pasta, a minha bengala e a cartola… a missa de finalistas… o último exame…
Os anos foram passando e com o decorrer normal do meu ciclo de vida fui conhecendo novas pessoas. O meu tempo passou a ser muito mais na escola do que em casa e na realidade a minha família começou a alterar-se.
Afinal a minha família não era assim tão unida como pensei, mas o lado positivo é que fui descobrindo novas formas de “constituir” família… os amigos! Estes são a família que me permitiram escolher. Na verdade, são eles que me acompanham para onde eu for, são eles que me levantam quando eu caio, são eles que se divertem comigo, são eles que me conhecem verdadeiramente, arrisco até a dizer que alguns me conhecem melhor do que eu mesma!
Comecei por partilhar brincadeiras, depois vieram as confidências e o crescimento intelectual e pessoal com os colegas de escola. Depois dei por mim a chamar-lhes amigos, em vez de colegas.
Continuei a estudar, fui mudando de escolas, os verdadeiros amigos, aquelas que não eram apenas colegas, ainda hoje mantenho contacto, conheço as suas famílias e até seus seus filhos… filhos… sim filhos. Tão rápido que passou tudo, consigo lembrar-me tão bem de brincar com eles e hoje o que vejo são os seus filhos a brincarem.
Hoje estou perto de terminar mais um grau académico. Foram 4 anos que passaram a alucinar. A vontade de chorar é muita, a vontade de ir a correr para a Vila é inigualável, sei que tudo estás prestes a terminar e que a saudade vai apertar.
O traje não mais o vou vestir, os exames esses vão terminar, as directas a estudar vão desaparecer, as viagens de metro vão acabar. Vão ficar as lembranças do meu dia de baptismo de caloira, a primeira serenata (à chuva como manda a tradição), o desespero de reprovar num exame, a alegria de fazer aqueles cadeirões difíceis, os jantares em casa do Baião que nunca se sabia como iam terminar, os festivais de tunas, as imposições de insígnias, as queimas das fitas, os cortejos, as fitas, a pasta, a minha bengala e a cartola… a missa de finalistas… o último exame…
Ontem foi um dia dificil...
Ontem foi de facto um dia bastante difícil. Foi o dia em que realizamos o nosso último exame.
Fui a primeira a sair da sala. Não me queria despedir de ninguém.
Está prestes a terminar a caminhada. É duro. Custa saber que nada mais se vai voltar a repetir. Que para o ano não vamos lá estar. Custou ler no messenger "nostalgia, até sempre!".
Por isso, aqui antecipo a primeira coisa que fiz no meu relatório, os Agradecimentos. Não são citados nomes em especial do pessoal da turma, porque todos têm um lugar especial, embora se destaque pessoas que partilharam muito mais do que a sala d'aula. Baião, o meu gajo. Carina, gaja de garra. Jony, sempre às turras comigo mas um gajo impecável. Coutinho, eu quero é curtir. Hugo, Putu para sempre. Estão todos cá dentro* Vos adoro*
"Este relatório é um dos marcos mais importantes de todo o meu trajecto académico, levando assim a algumas reflexões sobre o mesmo. Posso, após essas reflexões, conclui que todo este trajecto teria sido bem mais penoso sem a ajuda e o apoio incondicional de algumas pessoas, que por diversos motivos me acompanharam nesta jornada. Seria quase impossível citá-los a todos, mas certamente compreenderão e saberão a importância que têm na minha vida.
Agradeço, desta feita, ao CITEVE e a toda a equipa do Departamento de Formação, em especial ao tutor José Neto, por todo o incentivo e acompanhamento ao longo do estágio. A forma como fui integrada na equipa foi deveras importante para que todas as tarefas fossem desempenhadas com o máximo rigor e empenho de minha parte. Ao Pedro Teles pelo apoio e ajuda sempre que necessário bem como o bom humor que o caracteriza.
À orientadora Susana Martins que sempre se mostrou disponível para tirar dúvidas e prestar auxílio em qualquer circunstância, nem que para isso fosse necessário recorrer a orientações fora das instalações da ESEIG.
À Emília Cardoso, companheira não só de estágio, mas de uma longa vida académica que teve início no secundário e não se prevê o fim. A ela, um obrigada profundo por tudo aquilo que passamos juntas, por nunca me ter deixado desanimar, pela partilha de bons e maus momentos, por toda a amizade que nunca sucumbiu as adversidades.
Ao meu pai por nunca ter deixado de acreditar.
À minha mãe por todo o incentivo.
Ao amigo Júlio Anjos por toda a sabedoria transmitida, pela calma e paz de espírito. Pela amizade, pelos conselhos, pela partilha de uma vida.
À amiga Sónia Maia por ter dividido comigo mais do que um lugar na sala de aula. Tua amizade ganhou raízes profundas ao longo destes anos e tornaste-te um pilar que me sustenta a vários níveis.
À professora Fernanda Gonçalves por todo o profissionalismo que nos transmitiu, pela preocupação não só com o nosso presente, mas com o futuro também.
A todos os colegas de turma que lutaram comigo pelos nossos direitos, que partilharam alegrias, vésperas de exames e entregas de trabalhos, viagens, jantares e demais convívios que tornaram estes 4 anos inesquecíveis.
Ao Hélder Jesus por todo o encorajamento em ser melhor a cada dia que passa, pela amizade, pelo companheirismo e por tudo aquilo que partilhou comigo e me ensinou.
A todos os elementos do neCTDI (Núcleo de Estudantes de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação), do qual me orgulho de ser membro fundador. Foi das experiências mais gratificantes ao longo de todo o curso. A luta pelos nossos direitos. A luta pelo que acreditamos. O esforço. O empenho. O trabalho em equipa. O trabalho fora dos “muros” da ESEIG. Obrigada por tudo o que vivemos e aprendemos juntos.
A todos os AMIGOS que acreditaram e me ajudaram a ultrapassar barreiras.
A todos aqueles que me fazem sorrir… Obrigada! "
Fui a primeira a sair da sala. Não me queria despedir de ninguém.
Está prestes a terminar a caminhada. É duro. Custa saber que nada mais se vai voltar a repetir. Que para o ano não vamos lá estar. Custou ler no messenger "nostalgia, até sempre!".
Por isso, aqui antecipo a primeira coisa que fiz no meu relatório, os Agradecimentos. Não são citados nomes em especial do pessoal da turma, porque todos têm um lugar especial, embora se destaque pessoas que partilharam muito mais do que a sala d'aula. Baião, o meu gajo. Carina, gaja de garra. Jony, sempre às turras comigo mas um gajo impecável. Coutinho, eu quero é curtir. Hugo, Putu para sempre. Estão todos cá dentro* Vos adoro*
"Este relatório é um dos marcos mais importantes de todo o meu trajecto académico, levando assim a algumas reflexões sobre o mesmo. Posso, após essas reflexões, conclui que todo este trajecto teria sido bem mais penoso sem a ajuda e o apoio incondicional de algumas pessoas, que por diversos motivos me acompanharam nesta jornada. Seria quase impossível citá-los a todos, mas certamente compreenderão e saberão a importância que têm na minha vida.
Agradeço, desta feita, ao CITEVE e a toda a equipa do Departamento de Formação, em especial ao tutor José Neto, por todo o incentivo e acompanhamento ao longo do estágio. A forma como fui integrada na equipa foi deveras importante para que todas as tarefas fossem desempenhadas com o máximo rigor e empenho de minha parte. Ao Pedro Teles pelo apoio e ajuda sempre que necessário bem como o bom humor que o caracteriza.
À orientadora Susana Martins que sempre se mostrou disponível para tirar dúvidas e prestar auxílio em qualquer circunstância, nem que para isso fosse necessário recorrer a orientações fora das instalações da ESEIG.
À Emília Cardoso, companheira não só de estágio, mas de uma longa vida académica que teve início no secundário e não se prevê o fim. A ela, um obrigada profundo por tudo aquilo que passamos juntas, por nunca me ter deixado desanimar, pela partilha de bons e maus momentos, por toda a amizade que nunca sucumbiu as adversidades.
Ao meu pai por nunca ter deixado de acreditar.
À minha mãe por todo o incentivo.
Ao amigo Júlio Anjos por toda a sabedoria transmitida, pela calma e paz de espírito. Pela amizade, pelos conselhos, pela partilha de uma vida.
À amiga Sónia Maia por ter dividido comigo mais do que um lugar na sala de aula. Tua amizade ganhou raízes profundas ao longo destes anos e tornaste-te um pilar que me sustenta a vários níveis.
À professora Fernanda Gonçalves por todo o profissionalismo que nos transmitiu, pela preocupação não só com o nosso presente, mas com o futuro também.
A todos os colegas de turma que lutaram comigo pelos nossos direitos, que partilharam alegrias, vésperas de exames e entregas de trabalhos, viagens, jantares e demais convívios que tornaram estes 4 anos inesquecíveis.
Ao Hélder Jesus por todo o encorajamento em ser melhor a cada dia que passa, pela amizade, pelo companheirismo e por tudo aquilo que partilhou comigo e me ensinou.
A todos os elementos do neCTDI (Núcleo de Estudantes de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação), do qual me orgulho de ser membro fundador. Foi das experiências mais gratificantes ao longo de todo o curso. A luta pelos nossos direitos. A luta pelo que acreditamos. O esforço. O empenho. O trabalho em equipa. O trabalho fora dos “muros” da ESEIG. Obrigada por tudo o que vivemos e aprendemos juntos.
A todos os AMIGOS que acreditaram e me ajudaram a ultrapassar barreiras.
A todos aqueles que me fazem sorrir… Obrigada! "
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Qual a força que me movimenta? O que é que me faz acreditar? O que é que tanto me faz rir como chorar, duvidar e acreditar?
Tanto tempo passou e por vezes parece que nada se alterou, no entanto todo o universo modificou enquanto eu parei e espreitei para ver os estilhaços que tinha deixado para trás.
Consigo neste momento decifrar muito pouco do que se passa a minha volta. Consigo apenas ir vivendo o dia a dia sem procurar responder ao que os outros perguntam e até mesmo ao que eu gostava de saber.
Vou adquirindo algumas experiências, vou tirando algumas conclusões… mas as verdadeiras respostas, essas… continuam ainda por atingir. Se calhar não são se quer para atingir a não ser no final da meta.
Gostava de saber decifrar os meus enigmas, os teus quereres as minhas complicações.
Queria neste momento apenas ser capaz de viver sem olhar para trás, de sentir sem relembrar, de querer sem recear, de ser feliz sem hesitar.
Tanto tempo passou e por vezes parece que nada se alterou, no entanto todo o universo modificou enquanto eu parei e espreitei para ver os estilhaços que tinha deixado para trás.
Consigo neste momento decifrar muito pouco do que se passa a minha volta. Consigo apenas ir vivendo o dia a dia sem procurar responder ao que os outros perguntam e até mesmo ao que eu gostava de saber.
Vou adquirindo algumas experiências, vou tirando algumas conclusões… mas as verdadeiras respostas, essas… continuam ainda por atingir. Se calhar não são se quer para atingir a não ser no final da meta.
Gostava de saber decifrar os meus enigmas, os teus quereres as minhas complicações.
Queria neste momento apenas ser capaz de viver sem olhar para trás, de sentir sem relembrar, de querer sem recear, de ser feliz sem hesitar.

Acordas com as sombras do que viveste e a recordar quem entrou na tua vida sem pedir e saiu não sabes bem porquê.
Tentas olhar em frente mas vês fragmentos da tua vida passarem diante de ti e desvias o olhar para baixo.
Apetece partir tudo, são tantas as perguntas, são tantas as dúvidas… são tantos os medos.
Sentimentos que te retraem e fazem hesitar.
E simplesmente não segues enfrente.
Vais tentando. Vais procurando. Mas não és capaz.
Não te deixas ir, embora consigas por breves fracções de segundo, mas depois mergulhas na escuridão e a luz desaparece.
Percorres o que já sentiste e isso impede-te de sentires novamente.
É tão mais fácil não querer ultrapassar do que dispensar forças para lutar contra o que te percorre as entranhas.
Tentas olhar em frente mas vês fragmentos da tua vida passarem diante de ti e desvias o olhar para baixo.
Apetece partir tudo, são tantas as perguntas, são tantas as dúvidas… são tantos os medos.
Sentimentos que te retraem e fazem hesitar.
E simplesmente não segues enfrente.
Vais tentando. Vais procurando. Mas não és capaz.
Não te deixas ir, embora consigas por breves fracções de segundo, mas depois mergulhas na escuridão e a luz desaparece.
Percorres o que já sentiste e isso impede-te de sentires novamente.
É tão mais fácil não querer ultrapassar do que dispensar forças para lutar contra o que te percorre as entranhas.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Aquelas pequeninas coisas que vejo em ti e me fazem sonhar...
Os teus olhos que prendem a minha atenção e me fazem viajar para bem longe daqui.
A vontade de fazer tudo bem desta vez. Ir com calma, aquela calma que muitas das vezes não consigo ter porque a vontade não deixa... e então deixo que ela comande os meus gestos, as palavras... as atitudes.
Não tenho medo que a vontade comande, contigo simplesmente não tenho medo.
Coisas inexplicáveis, eu sei, mas é o que sinto.
Aquele friozinho na barriga, as horas que não passam quando não estamos juntos, o tempo que foge quando quero que ele pare.
Apareceste, assim, sem eu dar conta e ocupaste as minhas horas, os meus dias, a minha vida…
Aquelas pequeninas coisas que quero partilhar contigo…
Não quero que me vejas como eu não sou.
Quero ser verdadeira.
Quero que seja verdadeiro.
Quero-te.
Os teus olhos que prendem a minha atenção e me fazem viajar para bem longe daqui.
A vontade de fazer tudo bem desta vez. Ir com calma, aquela calma que muitas das vezes não consigo ter porque a vontade não deixa... e então deixo que ela comande os meus gestos, as palavras... as atitudes.
Não tenho medo que a vontade comande, contigo simplesmente não tenho medo.
Coisas inexplicáveis, eu sei, mas é o que sinto.
Aquele friozinho na barriga, as horas que não passam quando não estamos juntos, o tempo que foge quando quero que ele pare.
Apareceste, assim, sem eu dar conta e ocupaste as minhas horas, os meus dias, a minha vida…
Aquelas pequeninas coisas que quero partilhar contigo…
Não quero que me vejas como eu não sou.
Quero ser verdadeira.
Quero que seja verdadeiro.
Quero-te.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Como conseguir explicar aquilo que não entendo?
Provavelmente não é suposto perceber.
Para quê perceber porque não consigo descolar os meus olhos dos teus?
Porquê querer saber o motivo pelo qual sorrio cada vez que te vejo?
Porquê tentar entender a vontade de te beijar?
Não vou tentar arranjar explicações.
Vou simplesmente deixar-me levar pela vontade, pela inspiração, por TI!
Provavelmente não é suposto perceber.
Para quê perceber porque não consigo descolar os meus olhos dos teus?
Porquê querer saber o motivo pelo qual sorrio cada vez que te vejo?
Porquê tentar entender a vontade de te beijar?
Não vou tentar arranjar explicações.
Vou simplesmente deixar-me levar pela vontade, pela inspiração, por TI!
Com o passar do tempo aprendi que fazer planos para o futuro era uma perda de tempo.
Tudo era feito em torno de um objectivo que se queria alcançar e desperdiçavam-se pequenas oportunidades que a vida nos dava.
Agora prefiro viver o presente.
Aproveitar cada minuto.
Não interessa o que passou, não quero saber o que me espera.
Mas sei que hoje, inevitavelmente, inexplicavelmente, não me sais da cabeça.
É este o meu presente... TU!
Tudo era feito em torno de um objectivo que se queria alcançar e desperdiçavam-se pequenas oportunidades que a vida nos dava.
Agora prefiro viver o presente.
Aproveitar cada minuto.
Não interessa o que passou, não quero saber o que me espera.
Mas sei que hoje, inevitavelmente, inexplicavelmente, não me sais da cabeça.
É este o meu presente... TU!
domingo, 8 de junho de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Eu aprendi...
"Eu aprendi......
que ignorar os factos não os altera;
Eu aprendi......
que quando se planeia pagar na mesma moeda a alguém, apenas estamos a permitir que essa pessoa nos continue a magoar ;
Eu aprendi......
que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi......
que ninguém é perfeito até que me apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi......
que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi......
que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que eu perdi.
Eu aprendi......
que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar noutro lugar;
Eu aprendi......
que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi......
que todos querem viver no cume da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando esta é escalada;
Eu aprendi......
que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
(Boa noite , Amor )"
William Shakespeare
sexta-feira, 30 de maio de 2008

Tento imaginar-te.
Ainda conheço as tuas formas, os teus gestos, a tua voz!
O silêncio a que deste lugar traz o teu olhar preso na paisagem que tantas vezes percorremos juntos.
Os teus gestos deram lugar ao vazio que preenchem os meus passos dados em forma de círculos, tentando descobrir a saída, o caminho, mas a estrada ficou sem sentido.
Tentei. Tentei dizer a mim mesma que já não pertences à minha vida. Tentei até convencer-me que um dia mais tarde, ou quem sabe numa outra vida nos voltaríamos a encontrar e daríamos continuidade ao que começamos, mas isso já não chega.
A dor toma lugar cada vez que ressalta em mim a memória do que vivemos.
O vazio. O silêncio. A angustia. O aperto inexplicável. A vontade de desaparecer. A vontade de te ter. Mas tu, tu desapareceste.
Cada forma do teu rosto sei de cor, não seriam nunca precisas fotografias, pois conheço os detalhes que elas nunca conseguiriam capturar.
A intensidade do teu olhar… ninguém tem.
Seria abusivo da minha parte querer-te só para mim, mas sei que para onde vá, te levo comigo… qualquer que seja o lugar, qualquer que seja o dia, o ano… estás marcado, estás em mim.
O poder dos teus lábios num beijo eterno marcaram para sempre a tua presença.
Só tu e eu… e o resto desapareceu…
Ainda conheço as tuas formas, os teus gestos, a tua voz!
O silêncio a que deste lugar traz o teu olhar preso na paisagem que tantas vezes percorremos juntos.
Os teus gestos deram lugar ao vazio que preenchem os meus passos dados em forma de círculos, tentando descobrir a saída, o caminho, mas a estrada ficou sem sentido.
Tentei. Tentei dizer a mim mesma que já não pertences à minha vida. Tentei até convencer-me que um dia mais tarde, ou quem sabe numa outra vida nos voltaríamos a encontrar e daríamos continuidade ao que começamos, mas isso já não chega.
A dor toma lugar cada vez que ressalta em mim a memória do que vivemos.
O vazio. O silêncio. A angustia. O aperto inexplicável. A vontade de desaparecer. A vontade de te ter. Mas tu, tu desapareceste.
Cada forma do teu rosto sei de cor, não seriam nunca precisas fotografias, pois conheço os detalhes que elas nunca conseguiriam capturar.
A intensidade do teu olhar… ninguém tem.
Seria abusivo da minha parte querer-te só para mim, mas sei que para onde vá, te levo comigo… qualquer que seja o lugar, qualquer que seja o dia, o ano… estás marcado, estás em mim.
O poder dos teus lábios num beijo eterno marcaram para sempre a tua presença.
Só tu e eu… e o resto desapareceu…
terça-feira, 27 de maio de 2008
Entre tantos caminhos consegues escolher o pior. O mais fácil. Aquele que sabes que não te vai fazer verdadeiramente feliz. Aquele que todos esperam que escolhas porque todos duvidam de ti e sabem que vais falhar. Por baixo dessa máscara de perfeito está aquele que falha… aquele que é totalmente previsível.
És como qualquer outro. Tentas não ser e por vezes consegues, mas no fundo falhas onde queres marcar a diferença e vestes a reles pele de ovelhinha mansa.
Eu sei que és assim e isso transtorna-te.
Não gostas que eu saiba que no fundo és mais um no meio de muitos.
Começa por encontrar o que é realmente sincero em ti… espanta-te pois é muito pouco. E depois elimina o que não gostas e admira-te pois ficas despojado de praticamente tudo!
És assim. Vazio de verdades. Completo de dúvidas. Repleto de medos. Incapaz de dizer o que quer e fazer o que a vontade manda. Pior, inapto para admitir o que verdadeiramente deseja.
Triste, mas és apenas mais um ser humano…
És como qualquer outro. Tentas não ser e por vezes consegues, mas no fundo falhas onde queres marcar a diferença e vestes a reles pele de ovelhinha mansa.
Eu sei que és assim e isso transtorna-te.
Não gostas que eu saiba que no fundo és mais um no meio de muitos.
Começa por encontrar o que é realmente sincero em ti… espanta-te pois é muito pouco. E depois elimina o que não gostas e admira-te pois ficas despojado de praticamente tudo!
És assim. Vazio de verdades. Completo de dúvidas. Repleto de medos. Incapaz de dizer o que quer e fazer o que a vontade manda. Pior, inapto para admitir o que verdadeiramente deseja.
Triste, mas és apenas mais um ser humano…
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Tavira 2008
Como o próprio nome diz, "Só quem lá está é que percebe" :)
Video feito por uma jornalista presente no terreno Cândida Ribeiro do canal UP.
Apareço eu toda contente da minha vidinha a "Córtire" uma das grandes noitadas das Férias Desportivas - Tavira'08.
A todos os que lá estiveram... foi sem dúvida espetacular aquilo que vive com vocês!
Beijos a todos... para sempre recordar... Tavira'08 ='D
Video feito por uma jornalista presente no terreno Cândida Ribeiro do canal UP.
Apareço eu toda contente da minha vidinha a "Córtire" uma das grandes noitadas das Férias Desportivas - Tavira'08.
A todos os que lá estiveram... foi sem dúvida espetacular aquilo que vive com vocês!
Beijos a todos... para sempre recordar... Tavira'08 ='D
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