sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sentir

Sentes o que sentes e não identificas o que sentes.
Não sabes se são apenas memórias do que já sentiste ou se sentes de volta.
Mas sentes.
Sentes o que não desejaste e continuas sem identificar o que sentes.
Não controlas o que sentes. O que sentes altera-te. Altera a tua forma de estar e de pensar.
Sentir renova-te.
A pergunta é: o que fazes com o que sentes?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Desbloqueio

Consegui finalmente ultrapassar o choque. Tive de te deixar. Tive de te evitar. Tive que não te ver. Mas é real, não me sais da cabeça.
Nada sei de ti. Desde a muito tempo que não ouço a tua voz. Poderei aplicar as palavras de uma diva e dizer tal como ela: “voz de veludo”. Voz que me deixa atordoada, voz que me faz entrar em delírio. Vós que é tua, alguém superior, alguém divino inalcançável. No entanto sei que me pertences um pouco.
Sinto a tua falta. Não de forma sufocante. Essa fase já passou. Mas sinto falta de ti… embora consiga sentir a nossa forte ligação. Sei que as pontes não foram derrubadas, apenas de dia para dia se tornam maiores. Mas sei que um dia terei a força que necessito para a passar de uma ponta à outra e sei que terei todo o tempo do mundo para o fazer.
Sei também que nesse dia muito pouco me será permitido fazer. Não desanimarei. Teus olhos me darão a alegria que tanto anseio. Teu olhar percorrerá a minha alma de forma única. Não serão necessárias palavras. Falaremos através do olhar, como afinal de contas, sempre foi nosso hábito.
Recordo com saudade as longas conversas em silêncio que partilhamos através do olhar que na barra temporal se traduz em breves segundos.
Sinto falta que me percorras.
Desculpa a confissão ousada, mas só tu o fazes.
Aproveitando ainda este jeito meio desajeitado de me confessar… não posso deixar de me desculpar, pois tinha prometido a mim mesma não voltar a escrever-te. Não queria de forma alguma continuar a abrir a ferida que se gerou, fruto da minha imaginação. Sei que não tens culpa de nada, mas a verdade é que me marcaste.
Apenas te quis esquecer.
De tanto te querer e nada poder fazer para o conseguir, apenas me restou a simples borracha, cedida gentilmente pelo Tempo.
Mas de facto, ela nada apagou.
Continuo a recordar-te. A ter-te comigo.
Desculpa, mas a ferida, a tal que pensei que um dia a iria conseguir apagar, ainda sangra.

domingo, 12 de abril de 2009

You Found Me



I found God on the corner of 1st and Amistad

Where the West was all but won

All alone, smoking his last cigarette

I said, "Where've you been?" He said, "Ask anything."

Where were you, when everything was falling apart.

All my days were spent by the telephone that never rangA

nd all I needed was a call that never came

To the corner of 1st and Amistad

Lost and insecure, you found me, you found me

Lying on the floor, surrounded, surrounded

Why'd you have to wait? Where were you? Where were you?

Just a little late, you found me, you found me.

But in the end everyone ends up alone

Losing her, the only one who's ever known

Who I am, who I'm not and who I wanna to be

No way to know how long she will be next to me

Lost and insecure, you found me, you found me

Lying on the floor, surrounded, surrounded

Why'd you have to wait? Where were you? Where were you?

Just a little late, you found me, you found me.

The early morning, the city breaks

And I've been calling for years and years and years

And you never left me no messages

You never sent me no letters

You got some kind of nerve taking all I want

Lost and insecure, you found me, you found me

Lying on the floor, Where were you? Where were you?

Lost and insecure, you found me, you found me

Lying on the floor, surrounded, surrounded

Why'd you have to wait? Where were you? Where were you?

Just a little late, you found me, you found me.

Why'd you have to wait, to find me, to find me?

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

i wish (keep fighting)

(Dr1ve)

Please don't be scared

I won't dissapoint you

Just look at my face

I shouldn't love you anyway

I wanna try it

I think I'm already trying

I'm already trying

Because I believe it

Yes I believe it

And I am trying...

(Lucia Moniz)

Please keep fighting

Keep fighting...

Together we can build something beautiful

Please keep fighting

Together we'll build love...

(Dr1ve)

I can't live without you

Could I ever learn how to live with you?

(Dr1ve & Lucia Moniz)

Cause I believe it

Yes I believe it

And I am trying...

Please keep fighting

Keep fighting

Together we can build something beautiful

Please keep fighting

Together we'll build love...

Please keep fighting

Keep fighting

Together we can build something beautiful

Please keep fighting

Keep fighting

Dr1ve & Lucia Moniz)

I won't give up on you...

Please keep fighting

Together we'll build love...

(Dr1ve)

Don't you give up now on me

I won't give up on you...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

25.12.2008




domingo, 21 de dezembro de 2008

Diz


Diz que me queres tanto como eu te quero a ti.
Diz que este sonho não é apenas meu. Diz-me o que quero ouvir.
Prova-me que tudo é real e não apenas frutos da minha imaginação que apenas sonha contigo.
Diz-me que tudo é real.
Diz-me que vai valer a pena.
Luta comigo para que o nosso percurso seja trilhado pela mesma linha e não nos leve à inevitável separação.
Dá-me a mão e diz...

a vida em ti




Dás-me luz.
Dás-me vida.
Tiras-me o sono.
Roubas a minha mente.
Permites-me sonhar.
Prendes-me a ti.
Elevas meu espírito.
Reduzes a minha insegurança.
Não precisas de muito para me alcançar.
Tocas onde ninguém ousa invadir.
Levas-me onde nunca pensei chegar.
Guias-me até ti.
Percorres-me.
Tu.

Para já... vou ficar à espera


Serão necessárias assim tantas palavras para tentar descrever o que de dia para dia se torna visível a todos?
Sinto a tua falta.
Não desmesuradamente, mas sinto. Sinto daquela forma que me faz contar as horas que faltam para estar contigo.
Daquela forma também que me faz olhar para o telefone à espera que ele toque acreditando que do outro lado vai soar a tua voz.
Já disse que adoro o teu sorriso? Ele faz brilhar meus olhos. Ele faz o meu aparecer.
Inspiras-me.
O teu jeitinho. O teu toque.
Apesar de adorar falar contigo, a magia surge de forma arrebatadora cada vez que em silêncio nos ficamos a contemplar.
Quero-te.
Mas para já… para já vou ficar apenas à espera que o tempo passe para estar finalmente em tua companhia.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

o ponto que me faz feliz


[É este pequeno ser que repõe as energias positivas para que no dia seguinte acorde com o grandioso sorriso que me é característico. Felino do meu coração!]

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Quando se gosta realmente é preciso ver com o coração.
Escutar com alma.
Agir de espírito aberto.
A preocupação principal não somos nós próprios, mas sim quem por nossos pensamentos passa e desperta aquele sintonia quase inigualável.
A minha preocupação neste momento és tu.
Não quero precipitar-te, por isso deixo teu caminho livre para que sejas tu a escolher a tua direcção.
Se ela não te trouxer até mim... pelo menos que não te leve para muito longe.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Peça de um puzzle


Pegar na caneta e deixar a mão fluir e a tinta confundir-se com o papel deixou de ser uma tarefa fácil.
Falar é agora o meu escape.
Encontrei aquele ponto de equilíbrio entre a loucura e a sanidade mental.
Entre o barulho e o silêncio.
Entre a multidão e a solidão.
Entre mim e o infinito.
Encontrei um ponto que faltava em mim.
Um equilíbrio entre a calma e a fúria.
Entre a gargalhada e o carinho de um abraço.

Pergunta do momento é então: onde encaixar esta nova peça no puzzle que já se vem a montar a algum tempo?

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Hoje compreendi


We're one, but we're not the same!

We get to carry each other.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Só queria amar-te até não poder mais


Sinto a tua falta a cada minuto que passa e meus olhos não encontram os teus, minhas mãos não tocam as tuas, meus braços não alcançam teu corpo e a minha mente vagueia sozinha à tua procura.


Estás em mim, sinto-te, mas só isso não chega.


Preciso de ti comigo, do meu lado.

Preciso de sentir o calor do teu corpo, a intensidade do teu beijo, o conforto do teu abraço.


Amo-te assim... se fim nem começo. Sem hora nem local. Sem dia e sem noite. Amo-te simplesmente.

Porque Amar-te é assim... simples.


O difícil é querer-te sempre e a hora fugir, o local desaparecer, o dia escurecer rapidamente, a noite clarear cedo de mais e tudo ter um inicio e um fim já destinado.


Só queria Amar-te até não poder mais, até os relógios desaparecerem, os nossos dias serem infinitos e as noites prolongadas até a nossa vontade assim o desejar.


Agora... neste momento... só te queria aqui...

new session with pAnTuFa














As coisas não andam fáceis, e por vezes, é este pequeno ser que me faz rir.
Lindo, tolo, brincalhão, já com uma personalidade forte e vincada.
Amo-o.
Já não sei o que seria de mim sem este bebé.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

tu e o mar

(Fotografia e edição por ..:: dp ::..)


Apaixonei-me por ti.
Ninguém entende. Eu não entendo. Tu entendes?
Pediram-me um motivo, um apenas que fosse. Não encontrei.
Perguntaram-me se estava ciente da minha loucura.
Respondi: "Qual loucura? Apenas estou apaixonada!"
Serão precisos assim tantos motivos para me apaixonar?
Porque é que todos procuram a lógica, o motivo, a razão, a justificação?
Eu não a tenho! Apenas consigo identificar o que me move.
Conheço-te.
Olhei para ti e vi a tua alma.
Não há motivos para isto.
Teus olhos não conseguiram esconder teu interior.
Eu vi. E não consegui não me apaixonar.
Será que isto serve de motivo?
Para os simples mortais talvez não.
Provavelmente irão chamar-me de louca. Perguntarão pela tua conta bancária, pelo teu carro, pela tua família, pelo teu emprego, pelo teu status. Pelos "motivos" que me levariam a apaixonar-me por ti. Eu responderia "Não sei! Desconheço esses pormenores. Não me interessam. Apenas conheço a sua alma!"
Sei o que sinto. Sei o que és. Sei quem sou. Sei o que és para mim.
Será que posso chamar-te "meu mar"?
É que provocas em mim o mesmo que ele.
Admiração! Por seres tão belo. Belo pelo que consigo ver por fora, belo pelo que descobri quando vi teu interior. Por chegares tão longe. Por ires onde queres. Porque não consigo ver o teu fim. Porque és imenso. Porque me roubas as palavras quando te tento descrever.
Medo! De não chegar até ti. De não saber saber nadar em ti. Por seres bem maior do que eu. Por teres muito mais do que eu. Por saberes muito mais do que eu.
Calma! Como nos fins de tarde de verão. Apenas ouvir-te acalma minha alma.
Turbilhão! Quando até relâmpagos te caiem em cima não consigo deixar de te olhar e admirar a forma forte como lutas contra os desafios.
Despertas o mesmo que ele: vontade de tocar.
Tens presença como ele.
Sois ambos seres de grandiosidade infinita e mil segredos por desvendar.
Delicados. Simples. Límpidos. Transparentes.
Tu e o mar... o mar e tu.


... será que encontrei os meus motivos?

sábado, 25 de outubro de 2008

Sonho


Acreditas nos sonhos?
Eu sonhei contigo.
Será que se o contar ele não se vai realizar?
Ou será que ele apenas transmite a minha vontade?
Sim… no sonho evitei.
Evitei mas não resisti.
Fugi, mas vieste atrás.
Não deixaste que eu fosse contra a minha vontade.
Fizeste a primeira investida e eu subsisti.
Disse que tal seria tolice. Disse que não podíamos.
Tu sorriste.
Como poderia eu resistir ao sorriso mais luminoso que alguma vez meus olhos puderam vislumbrar.
Eu tentei. Virei costas. Tentei desaparecer no meio da multidão. Mas de nada adiantou.
Seguiste meus passos, foste ao meu encontro.
Fique tão feliz quando senti o teu abraço, apertado e meigo. Apanhaste-me desprevenida e senti o calor do teu peito invadir as minhas costas e o carinho dos teus braços ao redor do meu peito.
Viraste-me para ti e beijaste-me… ali mesmo… no meio de todas aquelas pessoas.
Não consegui esconder a felicidade, que tão rápido veio como sucumbiu.
Evitei que a lágrima se formasse. As palavras não saíram. O nó estava formado na garganta.
Ouvi o aviso que o comboio estava prestes a partir.
Fiz aquela expressão que bem conheces e disseste-me “Não, não tens de ir! Fica! Fica porque preciso do que só tu tens…”
O impulso (ou medo) fez-me partir.
Deixei que, o que pensava ser o mais correcto, se sobrepusesse à minha vontade.
Antes de partir, peguei na tua mão, apertei com toda a força que conseguia na esperança que através daquele gesto conseguisses sentir o quão forte é o que nos une. Foi apenas uma tentativa. Nunca conseguirás perceber.
Ainda assim, encostei a tua mão ao meu coração para que percebesses que é lá que moras.
E larguei-te.
Sem palavras, somente com gestos.
Entrei no comboio numa angústia tremenda e acordei finalmente com uma lágrima no canto do olho e o coração acelerado…
Este sonho foi real.

O teu tempo...

Dizes esse ser o teu tempo.
Eu perdi-me no meu.
Deixei de contar as horas de conversa, os minutos que passamos a rir, os segundos em que os meus olhos sentiam as lágrimas formarem-se.
Que tempo é esse?
Tempo que nos afasta.
Tempo que passa tão devagar e não chega nunca o tempo de te ver.
Que tempo é esse que só tende a afastar-nos?
Seria bonito escrever algo que significasse que nunca nos afastaríamos. Mas por vezes sinto que o tempo nos afasta.
Mas outras parece que o "nosso" tempo nos une e parece não ter fim. As horas passam como se não houvesse relógio.
O meu relógio está parado… não consigo dar-lhe corda.

domingo, 19 de outubro de 2008

Pantufa

Apresento-vos o novo membro da família Pinto.
Foi abandonado pela mamã, mas aqui a Dorinha adoptou esta fofura! Seu nome é Pantufa :D
Admito, sempre que saio de casa... parte-me o coração deixar o meu bebé :(




















segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Talento nacional

Ana Free - In my place




No Meu Lugar

Não fujas
Se tu sabes que tens o que é preciso
Não te afastes
Dorme agora
Sonha aqui
E esperemos que a noite facilite os teus medos
Haverá lágrimas vertidas novamente
Tempo para começare tempo para acabar
Querido e tu dizes que eu estarei triste
Mas isso depende
Vem reconhecer-me
Eu sei que tu conheces a minha cara
Não foste tu o único a dizer-me que estarias lá?
E cada vez que eu tento ir embora
Tu manténs-me no meu lugar
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada
E tu pensas na tua oportunidade
Porque a vida concedeu-te uma e é a tua última
Querido, não penses demasiado rápido
Não, não
Tu não podes ter a minha
Tudo o que eu faço é fazer-te voltar no tempo
Querido, haverão noites para dormir sozinho
É tempo de lutar, e tempo de crescer
Querido e tu dizes que eu estarei triste
Mas tu não sabes,tu não sabes
Vem reconhecer-me
Eu sei que tu conheces a minha cara
Não foste tu o único a dizer-me que estarias lá?
E cada vez que eu tento ir embora
Tu manténs-me no meu lugar
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Baby agora, vem reconhecer-me
Vem reconhecer-me
Eu sei que tu conheces a minha cara
Não foste tu o único a dizer-me que estarias lá?
E cada vez que eu tento ir embora
Tu manténs-me no meu lugar
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada
A coisa mais difícil que eu tinha a fazer era deixar-te ir
A coisa mais difícil que eu tinha a fazer era deixar-te ir
Baby, agora vem cá,
Agora, vem cá
Hey, vem cá
Yeah,
Eu tento fugir mas eu estou muito muito assustada
Tento fugir mas eu estou muito muito assustada...